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	<title>Med Idea</title>
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	<description>Marketing na Área de Saúde</description>
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	<title>Med Idea</title>
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		<title>Desenvolvimento de Imunoterápico contra o craniofaringioma Adamantinomatoso Humano pela tecnologia de hibridomas</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Mar 2026 19:36:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Os Craniofaringiomas Adamantinomatosos humanos (CAh) são tumores raros, representam as lesões neuroepiteliais intracraniana, não malignos, localizados anatomicamente na região selar. Embora a incidência deste tumor seja baixo (1,60–2,14 novos casos / milhão por ano), em crianças menores de 15 anos são responsáveis de 5,6 – 15% das neoplasias intracranianas pediátricas, o que caracteriza este subtipo [&#8230;]</p>
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<p>Os Craniofaringiomas Adamantinomatosos humanos (CAh) são tumores raros, representam as lesões neuroepiteliais intracraniana, não malignos, localizados anatomicamente na região selar. Embora a incidência deste tumor seja baixo (1,60–2,14 novos casos / milhão por ano), em crianças menores de 15 anos são responsáveis de 5,6 – 15% das neoplasias intracranianas pediátricas, o que caracteriza este subtipo de craniofaringioma como a neoplasia da região hipotálamo-hipófise mais comum da infância.  Atualmente não é conhecida nenhuma medida terapêutica eficiente para pacientes com CA, a não ser o procedimento cirúrgico. A criação de novas terapias deve ser considerada como estratégia de vigilância e de prevenção contra CAh. Entre os candidatos a essa nova terapia está o uso de anticorpos mono ou policlonais produzidos em laboratório de alta especificidade contra tumores cerebrais. Anticorpos altamente específicos podem ser obtidos através da fusão de células B imunes do baço com células tumorais para produzir hibridomas, cada um dos quais secretará um único anticorpo. O hibridoma produtor do anticorpo desejado pode ser identificado por um processo de triagem. A terapia antitumoral com anticorpos tem grande potencial na recuperação de indivíduos gravemente acometidos por neoplasias. Entretanto, pouco se sabe sobre a administração e resposta a esses anticorpos produzidos <em>in-vitro</em> como imunoterápicos no combate ao CAh. Assim a presente proposta, de forma inédita, visa criar um banco de hibridomas para a produção de anticorpos contra antígenos do CAh e futuramente contra outros tumores neurológicos.</p>
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		<title>Estudo da pluripotencialidade de cultura primária de craniofaringioma Adamantinomatoso Humano e estabelecimento de modelo experimental para melhor compreensão da biologia do tumor.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Med Idea]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Mar 2026 19:35:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O presente projeto visa atividades de pesquisa relacionadas ao estudo da biologia celular de células de culturas primárias de craniofaringioma humano. O projeto tem como uma de suas finalidades iniciais a padronização do estabelecimento de culturas primárias de amostras tumorais humanas, craniofaringioma adamantinomatoso humano (CAh), o estudo da expressão de marcadores de células tronco deste [&#8230;]</p>
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]]></description>
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<p>O presente projeto visa atividades de pesquisa relacionadas ao estudo da biologia celular de células de culturas primárias de craniofaringioma humano. O projeto tem como uma de suas finalidades iniciais a padronização do estabelecimento de culturas primárias de amostras tumorais humanas, craniofaringioma adamantinomatoso humano (CAh), o estudo da expressão de marcadores de células tronco deste tumor e o estabelecimento de modelo animal mimetizando o tumor em humanos, visando melhor compreensão de aspectos clínicos desta patologia e possivelmente, no futuro, contribui no auxílio do desenvolvimento de novas estratégias terapêuticas. Desta forma, o projeto será dividido em oito etapas. A primeira etapa corresponde à coleta e processamento das amostras de CAh e subsequente estabelecimento das culturas primárias de CAh. A segunda etapa consiste na marcação e separação de populações celulares, das culturas primárias de CAh, CD44/CD133 positivas e subsequentemente estabelecer em cultura a formação de neuroesferas. A terceira etapa do estudo consiste na dissociação das colônias de neuroesferas, validação da marcação da população celular CD44/CD133 positivas com subsequente cultura para obtenção de sub-neuroesferas CD44+/CD133+ (marcadores tumorais). A quarta etapa consiste na análise do perfil imunofenotípico da população celular das sub-neuroesferas (CD44+/CD133+), primeiramente avaliando expressão de marcadores de pluripotência (Nanog, CD44, CD133, Msh-1, SSEA-3/4, CD90, Sox2, Sox9, Oct3/4, ABCG2, DLL4, NOTCH2, POU5F1/Oct4) e posteriormente a expressão do conjunto de marcadores de células-tronco adultas (CD29, CD44, CD73, CD90, CD105, CD166). A quinta etapa consiste na avaliação da capacidade de diferenciação adipogênica e osteogênica da população celular (CD44+/CD133+). A sexta etapa do estudo consiste na marcação das células (CD44+/CD133+) com nanopartículas bimodais, e análise da detecção intracelular e avaliação desta marcação por Microscopia Eletrônica de Transmissão (MET), fluorescência e ensaios citoquímicos. A sétima etapa consiste no estabelecimento do modelo animal de CAh com a implantação das células (CD44+/CD133+) em camundongos machos imunodeprimidos, com subsequente avaliação “in vivo” do desenvolvimento da massa tumoral através de imagens de Raio X acoplado a fluorescência, por Ressonância Magnética e posteriormente ensaio histopatológico. E finalmente a oitava etapa consiste em uma análise comparativa entre o modelo animal que iremos estabelecer implantando as células (CD44+/CD133+) e o modelo embrionário de camundongo geneticamente modificado Hesx1Cre/+; Ctnnb1lox(ex3)/+ [1]. Desta forma, com o estabelecimento desta proposta, estudando e melhor compreendendo a biologia molecular e celular do CAh, a intenção primordial será auxiliar, a partir dos dados obtidos, o desenvolvimento de novas estratégias oncoterapêuticas, já que atualmente não é conhecida nenhuma medida terapêutica para pacientes com CAh, a não ser o procedimento cirúrgico.</p>
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		<item>
		<title>Terapia endovenosa com células-tronco derivadas de fluído amniótico reduzem déficits comportamentais em acidente vascular cerebral isquêmico (AVCi)  experimental.</title>
		<link>https://www.medidea.com.br/terapia-endovenosa-com-celulas-tronco-derivadas-de-fluido-amniotico-reduzem-deficits-comportamentais-em-acidente-vascular-cerebral-isquemico-avci-experimental/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Med Idea]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Mar 2026 19:35:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O líquido amniótico tem sido investigado como nova fonte celular para células-tronco no desenvolvimento de futuros transplantes baseados em células. Neste estudo isolamos células-tronco derivadas de fluído amniótico humano, proveniente de cirurgias de correção de mielomeningocele (MMC) realizadas pelo nosso grupo, e marcamos com nanopartículas de óxido de ferro multimodal, para estudo de seu efeito [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O líquido amniótico tem sido investigado como nova fonte celular para células-tronco no desenvolvimento de futuros transplantes baseados em células. Neste estudo isolamos células-tronco derivadas de fluído amniótico humano, proveniente de cirurgias de correção de mielomeningocele (MMC) realizadas pelo nosso grupo, e marcamos com nanopartículas de óxido de ferro multimodal, para estudo de seu efeito na isquemia cerebral focal em modelo animal. A oclusão da artéria cerebral média de 60 min seguida de reperfusão durante 1, 6 e 24 horas,está sendo empregada no presente estudo para produzir isquemia e lesão cerebral induzida por reperfusão em ratosWistar. Utilizamos testes para avaliar o resultado funcional da atividade do centro sensório-motor no cérebro, através de um conjunto de pontuações de gravidade neurológica modificada utilizadas para avaliar a capacidade motor e exploratória após 24 horas, 14 e 28 dias após a terapia celular. Assim, temos demonstrado o potencial terapêutico dessas células marcadas transplantadas em modelo animal de acidente vascular cerebral, por veia caudal, que migrou para o foco isquêmico, caracterizada pela diminuição do volume de infarto e melhora do déficit motor dos animais. Desta forma, estamos dando prosseguimento aos nossos ensaios, que têm mostrado que essas células parecem ter efeitos benéficos sobre o cérebro isquêmico, possivelmente através do aprimoramento dos mecanismos de reparo endógeno.</p>
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		<item>
		<title>Modelo de terapia fetal de mielomeningocele com tecido descelularizado cultivado com células-tronco derivadas de fluído amniótico humano.</title>
		<link>https://www.medidea.com.br/modelo-de-terapia-fetal-de-mielomeningocele-com-tecido-descelularizado-cultivado-com-celulas-tronco-derivadas-de-fluido-amniotico-humano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Med Idea]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Mar 2026 19:35:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>            A mielomeningocele (MMC) é uma doença congênita sem anormalidades genéticas. Os sintomas neurológicos são irreversivelmente prejudicados após o nascimento, e nenhum tratamento efetivo tem sido relatado, apenas reparos cirúrgicos. Neste estudo, pretendemos comparar o uso de scaffolds biodegradáveis versus tecido fetal descelularizado, tecidos estes obtidos durante as cirurgias de correção da MMC realizadas pelo [&#8230;]</p>
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<p>            A mielomeningocele (MMC) é uma doença congênita sem anormalidades genéticas. Os sintomas neurológicos são irreversivelmente prejudicados após o nascimento, e nenhum tratamento efetivo tem sido relatado, apenas reparos cirúrgicos. Neste estudo, pretendemos comparar o uso de scaffolds biodegradáveis versus tecido fetal descelularizado, tecidos estes obtidos durante as cirurgias de correção da MMC realizadas pelo nosso grupo (amostra = lixo cirúrgico), ambos cultivados com células tronco de fluído amniótico humano, também obtido dessas cirurgias, no tratamento pré-natal e/ou reparo intraútero da MMC. Saadai et al (2011) mostrou eficácia no remodelamento tecidual e neuronal com a utilização de scaffolds biodegradáveis, nosso diferencial será a utilização de tecido descelularizado cultivado com estas células, já que pesquisas de engenharia tecidual evidenciam que os componentes da matriz extracelular (MEC) são geralmente conservados entre as diferentes espécies sendo bem toleradas, mesmo em destinatários xenogênicos. O processo de remoção celular ou descelularização minimiza quaisquer efeitos adversos na composição, atividade biológica e integridade mecânica na matriz extracelular remanescente. Acredita-se que o tecido descelularizado apresente as proteoglicanas e glicosaminoglicanas (GAGs), que são macromoléculas tidas como reservatórios de fatores de crescimento e desempenham importante papel no desenvolvimento das matrizes (Hynes, 2009). Além destes componentes, fatores de crescimento como FGFs (fatores de crescimento fibroblástico), VEGFs (fatores de crescimento vascular endotelial) e BMPs (proteínas ósseas morfogenéticas) podem estar presentes na constituição de diferentes tipos matriciais, ligados a diversas proteínas (Hynes, 2009). Sendo assim, acreditamos que o uso deste tecido descelularizado possa conferir melhores resultados como, remodelamento tecidual e neuronal, favorecendoa adesão, a migração, a diferenciação, o crescimento e a proliferação celular no reparo intra-útero, em relação ao uso de scaffolds biodegradáveis. Acreditamos até mesmo, em uma melhor restauração das funções neurológicas (déficit neurológico).</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Estudo das neuroesferas de glioblastoma humano e a relação quimiotática com células-tronco mesenquimais.</title>
		<link>https://www.medidea.com.br/estudo-das-neuroesferas-de-glioblastoma-humano-e-a-relacao-quimiotatica-com-celulas-tronco-mesenquimais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Med Idea]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Mar 2026 19:34:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LNT]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>            Apesar dos recentes avanços no tratamento do câncer cerebral, pacientes portadores de tumores malignos ainda apresentam um prognóstico ruim. Glioma é a neoplasia mais comum do sistema nervoso central humano (SNCh), sendo considerado de difícil abordagem terapêutica em decorrência do seu caráter infiltrativo, bem como da alta resistência a processos radio e quimioterápicos. Essas [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>            Apesar dos recentes avanços no tratamento do câncer cerebral, pacientes portadores de tumores malignos ainda apresentam um prognóstico ruim. Glioma é a neoplasia mais comum do sistema nervoso central humano (SNCh), sendo considerado de difícil abordagem terapêutica em decorrência do seu caráter infiltrativo, bem como da alta resistência a processos radio e quimioterápicos. Essas características poderiam se justificar pela competência das células tumorais aos moldes de células-tronco. A <em>hipótese dacélula-tronco tumoral</em> descreve que os tumores são mantidos por uma fração de células raras que possuem propriedades de células-tronco, sendo sua natureza definida pela formação de neuroesferas tumorais, as quais contêm uma subpopulaçao de células CD133<sup>+</sup> que iniciam os gliomas. Com isso, seria de extrema relevância a procura de novas estratégias pertinentes aos gliomas, especialmente o glioblastoma, por ser considerado o tumor mais freqüente e maligno dos astrocitomas, onde os pacientes portadores deste tumor apresentam uma sobrevida de apenas 14,6 meses. Estudos recentes evidenciaram com sucesso a utilização das células-tronco mesenquimais (CTMs) como alvo para novos estudos no tratamento degliomas. Tais achados sugerem que as CTMs apresentam um forte tropismo para os gliomas, podendo atuar como veículo para entrega de drogas, ou mesmo exercendo atividade imunorregulatória, representando uma estratégia terapêutica atrativa para focos neoplásticos residuais à terapêutica tradicional. Outros estudos, porém, descrevem que as CTMs poderiam contribuir para o crescimento tumoral, ou seja, as propriedades multipotentes e imunomoduladoras dessas células poderiam criar condições para a progressão do desenvolvimento tumoral e disseminação metastática. Dessa forma, é necessário estabelecer um melhor entendimento dos eventosmoleculares que governam o tropismo das CTMs para o glioblastoma. Neste sentido, o presente projeto visa estudar as neuroesferas de glioblastoma humano, objetivando estreitar uma possível relação quimiotática com CTMs. Pretende-se investigar o tropismo das CTMs para as neuroesferas de glioblastoma, através da pesquisa dos ligantes específicos MCP-1 e SDF-1 nas neuroesferas de glioblastoma, considerando a presença dos respectivos receptores CCR2/CXCR4 nas CTMs. Assim, o estudo avaliaria o efeito quimiotático <em>in vitro</em> de MCP-1 e SDF-1α na mediação do tropismo das CTMs para o glioblastoma. O trabalho também pretende estabelecer ensaios <em>in vivo</em> objetivando avaliar atumorigenicidade das neuroesferas de glioblastoma, bem como o tropismo e interação das CTMs em face ao tumor, ou seja, avaliar se as CTMs poderiam contribuir para o desenvolvimento tumoral.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="689" height="1024" src="https://www.medidea.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Imagem7-689x1024.jpg" alt="" class="wp-image-70265" srcset="https://www.medidea.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Imagem7-689x1024.jpg 689w, https://www.medidea.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Imagem7-202x300.jpg 202w, https://www.medidea.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Imagem7-768x1141.jpg 768w, https://www.medidea.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Imagem7-1034x1536.jpg 1034w, https://www.medidea.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Imagem7-1379x2048.jpg 1379w, https://www.medidea.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Imagem7-scaled.jpg 1723w" sizes="(max-width: 689px) 100vw, 689px" /></figure>
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			</item>
		<item>
		<title>Isolamento, cultivo e caracterização de células-tronco de ependimomas intracranianos pediátricos: tumorigênese em modelos experimentais.</title>
		<link>https://www.medidea.com.br/isolamento-cultivo-e-caracterizacao-de-celulas-tronco-de-ependimomas-intracranianos-pediatricos-tumorigenese-em-modelos-experimentais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Med Idea]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Mar 2026 19:32:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LNT]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ependimomas são um grupo de tumores gliais derivados das células ependimais que revestem a superfície ventricular. Surgem mais frequentemente das paredes do quarto ventrículo na fossa posterior. Tais tumores representam cerca de 6 a 12% de todos os tumores cerebrais, 25% dos tumores da medula e 8% dos tumores cerebrais pediátricos, e representam terceiro tumor [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Ependimomas são um grupo de tumores gliais derivados das células ependimais que revestem a superfície ventricular. Surgem mais frequentemente das paredes do quarto ventrículo na fossa posterior. Tais tumores representam cerca de 6 a 12% de todos os tumores cerebrais, 25% dos tumores da medula e 8% dos tumores cerebrais pediátricos, e representam terceiro tumor maligno na infância. Ependimomas geralmente são tumores de crescimento lento, sendo mais frequentes em crianças e adultos jovens. São classificados como ependimoma mixopapilar (grau I), ependimoma clássico (grau II) e ependimoma anaplásico (grau III).O tratamento principal dos pacientes com diagnóstico de ependimoma consiste, idealmente, na ressecção cirúrgica máxima, geralmente seguida de radioterapia adjuvante, que, na maioria dos casos, não apresenta sucesso terapêutico, bem como a quimioterapia, a qual não tem desempenhadoimportante papel no controle desses tumores. A procura de novos enfoques metodológicos no estudo do ependimoma na infância é de extrema relevância, para permitir melhor compreensão da gênese do tumor, bem como seus mecanismos de resistência às terapêuticas disponíveis, visando a redução da mortalidade destes pacientes.O difícil controle desses tumores poderia se justificar, entre outras hipóteses, pela competência das células tumorais aos moldes de células-tronco. A <em>hipótese dacélula-tronco tumoral</em> descreve que os tumores são mantidos por uma fração de células raras que possuem propriedades de células-tronco, sendo sua natureza definida pela formação de neuroesferastumorais, as quais contêm uma subpopulaçao de células CD133<sup>+</sup> que iniciam os gliomas. As células ependimárias adultas, foram previamente descritas como derivadas de um subconjunto de células progenitoras de gliais radiais, durante a embriogênese. Essas células descrevem um perfil molecularCD133<sup>+</sup>/Nestina<sup>+</sup>/RC2<sup>+</sup>/BLBP, onde a co-expressãodesses marcadores poderia estabelecer uma correlação entre o estado indiferenciado dessas células e a tumorigênesedos ependimomas.Uma questão relevante, ainda não respondida, é se as células-tronco tumorais possuem a capacidade de autorenovação e formação de neuroesferas <em>in vitro</em>e se essas mesmas células seriam responsáveis pela gênese do tumor <em>in vivo</em>.Neste sentido, o projeto visaestabelecer a cultura primária deependimomasintracranianos pediátricos, objetivando isolar e caracterizar as neuroesferas tumorais, a fim de elegerpossíveis marcadores de pluripotência de excelência prognóstica. Outra hipótese a ser estudada seria a participação dessas células-tronco, bem como das células ependimárias maduras no processo de formação dotumor <em>in vivo</em>.Esses tumores serão posteriormente extraídos, a fim de estudarmos imunofenotipicamente as células-tronco que lhe deram origem.Dessa forma, esta estratégia de ação pretende contribuir para a melhor compreensão dos mecanismos de gênese, bem como de resistência às modalidades terapêuticas disponíveis, objetivando elucidar novas ferramentase possíveis ações terapêuticas mais eficientes no controle do ependimoma na infância.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="627" height="836" src="https://www.medidea.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Imagem6.jpg" alt="" class="wp-image-70260" srcset="https://www.medidea.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Imagem6.jpg 627w, https://www.medidea.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Imagem6-225x300.jpg 225w" sizes="(max-width: 627px) 100vw, 627px" /></figure>
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		<title>Estudo da atividade anti-tumorigênica da proteína recombinante amblyomin-x em células-tronco de ependimoma pediátrico.</title>
		<link>https://www.medidea.com.br/estudo-da-atividade-anti-tumorigenica-da-proteina-recombinante-amblyomin-x-em-celulas-tronco-de-ependimoma-pediatrico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Med Idea]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Mar 2026 19:31:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Ependimomas são um grupo de tumores gliais derivados das células ependimárias que revestem a superfície ventricular. Surgem mais frequentemente das paredes do quarto ventrículo na fossa posterior. Tais tumores representam cerca de 6 a 12% de todos os tumores cerebrais, 25% dos tumores da medula e 8% dos tumores cerebrais pediátricose representam terceiro tumor maligno [&#8230;]</p>
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<p>Ependimomas são um grupo de tumores gliais derivados das células ependimárias que revestem a superfície ventricular. Surgem mais frequentemente das paredes do quarto ventrículo na fossa posterior. Tais tumores representam cerca de 6 a 12% de todos os tumores cerebrais, 25% dos tumores da medula e 8% dos tumores cerebrais pediátricose representam terceiro tumor maligno na infância. Ependimomas geralmente são tumores de crescimento lento, sendo mais frequentes em crianças e adultos jovens. São classificados como ependimoma mixopapilar (grau I), ependimoma clássico (grau II) e ependimoma anaplásico (grau III).O tratamento principal dos pacientes com diagnóstico de ependimoma consiste na ressecção cirúrgica máxima, geralmente seguida de radioterapia adjuvante que, na maioria dos casos, não apresenta sucesso terapêutico, bem como a quimioterapia, a qual não tem desempenhadoimportante papel no controle desses tumores. Dessa forma, é de extrema relevância, portanto, a procura de novos estudos metodológicos na compreensão da gênese do ependimoma da infância, bem como seus mecanismos de resistência às terapêuticas disponíveis, visando a redução da mortalidade destes pacientes. O difícil controle desses tumores poderia se justificar, entre outras hipóteses, pela competência das células tumorais aos moldes de células-tronco. A <em>hipótese dacélula-tronco tumoral</em> descreve que os tumores são mantidos por uma fração de células raras que possuem propriedades de células-tronco, sendo sua natureza definida pela formação de neuroesferas tumorais, as quais contêm uma subpopulaçao de células CD133<sup>+</sup> que iniciam os gliomas. As células ependimárias adultas, foram previamente descritas como derivadas de um subconjunto de células progenitoras de glias radiais<em>(CD133<sup>+</sup>/Nestina<sup>+</sup>/RC2<sup>+</sup>/BLBP)</em>, durante a embriogênese. Essas células descrevem um perfil molecular, onde a co-expressão desses marcadores poderia estabelecer uma correlação entre o estado indiferenciado dessas células e a tumorigênese dos ependimomas.A <em>hipótese da célula-tronco tumoral</em>, deste modo, poderia justificar a alta agressividade, bem como a grande resistência do ependimoma aos processos terapêuticos comumente utilizados.Achados recentes da literatura descrevem que as neuroesferas tumorais (conjunto clonogênico de células CD133<sup>+</sup>) são quimio/radio resistentes, sendo que a recorrência desse tumor é caracterizada pela “<em>dormant-likecells”</em> e assim, assegura a hipótese de que a natureza quiescente das células CD133<sup>+</sup> resiste ao tratamento das terapias convencionais.Recentemente, foi demonstrado que a proteína recombinante Amblyomin-X, identificada no transcriptoma de <em>Amblyomma cajennense, </em>quando testada em diferentes linhagens de células neoplásicas, apresentou atividade apoptótica <em>in vitro</em> e atividade anti-tumoral <em>in vivo</em>, bem como atividade anti-metastática e anti-angiogênica; não possuindo atividade em células normais como fibroblastos e células endoteliais de cordão humbilical humano (HUVECs). Experimentos <em>in vitro</em> demonstraram que o Amblyomin-X é capaz de inibir o proteassoma de células tumorais, bem como ocasionar alterações no ciclo celular dessas células. Dessa forma, a presente proposta visa estudar o mecanismo de ação do Amblyomin-X sobre as neuroesferas (células-tronco CD133<sup>+</sup>) de ependimoma anaplásico (grau III), a fim de estabelecer um possível controle no desenvolvimento tumoral. Para isso, a propostaapresenta a seguinte estratégia de ação: <em>i) </em>Estabelecimento da cultura primária de ependimoma; <em>ii) </em>Obtenção das neuroesferas tumorais através da seleção das células-tronco tumorais (CD133<sup>+</sup>);<em>iii) </em>Cultivo e caracterização imunofenotípica das neuroesferas tumorais (células-tronco CD133<sup>+</sup>); <em>iv) </em>Obtenção da proteína recombinante (Amblyomin-X); <em>v) </em>Avalição da viabilidade celular, por ensaios de MTT e anexina V/iodeto de propídeo, após o tratamento com Amblyomin-X; <em>vi) </em>Estabelecimento do modelo experimental, através da infusão das neuroesferas tumorais(células-tronco CD133<sup>+</sup> marcadas com NPMM) no quarto ventrículo cerebral; <em>vii</em>Estudo da tumorigecidade e histopatologia<em>in vivo</em>; <em>viii) </em>Avaliação da ação do Amblyomin-X no tumor desenvolvido <em>in vivo </em>através do estudo de imagens de raio X acoplado a fluorescência, ressonância magnética (RM) e histologia.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="748" height="1024" src="https://www.medidea.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Imagem5-748x1024.png" alt="" class="wp-image-70262" srcset="https://www.medidea.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Imagem5-748x1024.png 748w, https://www.medidea.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Imagem5-219x300.png 219w, https://www.medidea.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Imagem5-768x1051.png 768w, https://www.medidea.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Imagem5.png 873w" sizes="(max-width: 748px) 100vw, 748px" /></figure>
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		<title>Ferramenta computacional de apoio a equipe multidisciplinar no acompanhamento do plano terapêutico de tumores cerebrais pediátricos.</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Mar 2026 19:30:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Câncer ainda é uma das principais causas de morte na infância. As neoplasias pediátricas de maior incidência são as leucemias, os linfomas e tumores do sistema nervoso central (SNC). Câncer do SNC pertencem ao grupo de tumores sólidos mais frequentes na população pediátrica, representando 20% das neoplasias no público infanto-juvenil.  Além da detecção precoce e [&#8230;]</p>
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<p>Câncer ainda é uma das principais causas de morte na infância. As neoplasias pediátricas de maior incidência são as leucemias, os linfomas e tumores do sistema nervoso central (SNC). Câncer do SNC pertencem ao grupo de tumores sólidos mais frequentes na população pediátrica, representando 20% das neoplasias no público infanto-juvenil.  Além da detecção precoce e da correta escolha do plano terapêutico, que são extremamente importantes no prognóstico do paciente pediátrico, o monitoramento e o gerenciamento da execução do plano de tratamento contribuem diretamente para uma maior qualidade de atendimento e segurança ao paciente e, consequentemente, pode contribuir indiretamente para o prognóstico do paciente. O presente projeto se propõe a validar a ferramenta computacional, <em>OncoPathways</em>, desenvolvido pela empresa <em>Compumedica Pesquisa e Inovação em Informática Médica</em>, com o objetivo de avaliar e <a>mensurar os benefícios (clínicos e/ou operacionais)</a> obtidos com o uso de tal ferramenta; considerando os tumores pediátricos do sistema nervoso central.  Esta ferramenta, além de auxiliar na compilação dos dados clínicos, inclui funcionalidades adicionais que permitiriam o acompanhamento dos resultados experimentais (<em>in vitro</em> e <em>in vivo</em>), relacionados a um determinado caso clínico, obtidos pelo Laboratório de Neurocirurgia Translacional/UNIFESP, auxiliando assim, no seguimento de futuros estudos translacionais.</p>
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		<title>Avaliação de resistência de pacientes diagnosticados com tumores de sistema nervoso central</title>
		<link>https://www.medidea.com.br/avaliacao-de-resistencia-de-pacientes-diagnosticados-com-tumores-de-sistema-nervoso-central/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Med Idea]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Mar 2026 19:30:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LNT]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os tumores cerebrais, em adultos e crianças, representam um campo complexo e desafiador na neurologia, exigindo uma compreensão abrangente de sua epidemiologia, características clínicas e implicações no manejo terapêutico. A detecção precoce é extremamente importante no prognóstico do paciente, associado à escolha terapêutica, seja por abordagem cirúrgica, radioterapia ou através da proposição de agentes antitumorais [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Os tumores cerebrais, em adultos e crianças, representam um campo complexo e desafiador na neurologia, exigindo uma compreensão abrangente de sua epidemiologia, características clínicas e implicações no manejo terapêutico. A detecção precoce é extremamente importante no prognóstico do paciente, associado à escolha terapêutica, seja por abordagem cirúrgica, radioterapia ou através da proposição de agentes antitumorais eficazes no controle da tumorigênese, proliferação e metástase tumoral.</p>



<p>Objetivando determinar o melhor tratamento e as necessidades individuais de cada paciente, há uma busca constante por testes que auxiliem na escolha dos protocolos mais adequados que possibilitem aumentar as chances de resposta, diminuir os efeitos colaterais e prevenir resistência ao tratamento e recidiva. Neste contexto, a plataforma de avaliação de resistência <em>in vitro</em> “Bioverso”, desenvolvido pela empresa <em>Ziel Biosciences</em>, (<em>depósito de patente junto ao INPI BR10 2013 019219-8 e PCT/BR2015/050008: Kit, Seu Processo de Obtenção, e Processo In Vitro para Avaliação de Viabilidade e/ou Proliferação Celular em Relação a um Ativo</em>) surge como uma possibilidade de estudo na neuro-oncologia de precisão.</p>



<p>Dessa forma, a presente proposta pretende padronizar um teste<em> in vitro </em>que possa ser oferecido como um kit de forma simples e eficaz, viabilizando predição de resposta aos pacientes com tumores de Sistema Nervoso Central (SNC).</p>



<p>Esse teste tem potencial de avaliação dos principais quimioterápicos e drogas-alvo em amostras tumorais de cada paciente, auxiliando na escolha de protocolos de tratamentos personalizados que possam melhorar a resposta, diminuir os custos, tornando a tecnologia acessível e disponível para pacientes da rede pública. Neste contexto, estamos investindo esforços na validação clínica, correlacionando achados histológicos e moleculares, a fim de obter um padrão de resposta baseada em medicina personalizada e de precisão.</p>
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		<title>Imunoterapia em craniofaringioma adamantinomatoso humano: primeira produção de soro anti-tumoral em equinos hiperimunes.</title>
		<link>https://www.medidea.com.br/titulo-do-projeto-imunoterapia-em-craniofaringioma-adamantinomatoso-humano-primeira-producao-de-soro-anti-tumoral-em-equinos-hiperimunes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Med Idea]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Mar 2026 19:20:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LNT]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As atuais modalidades terapêuticas para craniofaringioma adamantinomatoso humano (CAh), compreendem abordagem cirúrgica, seguida de radio e quimioterapia. Embora essas medidas estejam associadas a uma sobrevida de cinco anos, CAh apresenta importante recidiva tumoral e graves morbidades. Isto devido às conseqüentes disfunções neuroendócrinas, hipotalâmicas e muitas vezes seqüelas cognitivas; o que tornam os pacientes crônicos e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>As atuais modalidades terapêuticas para craniofaringioma adamantinomatoso humano (CAh), compreendem abordagem cirúrgica, seguida de radio e quimioterapia. Embora essas medidas estejam associadas a uma sobrevida de cinco anos, CAh apresenta importante recidiva tumoral e graves morbidades. Isto devido às conseqüentes disfunções neuroendócrinas, hipotalâmicas e muitas vezes seqüelas cognitivas; o que tornam os pacientes crônicos e com má qualidade de vida. Considerando a falta de tratamentos efetivos, bem como a carência de estudos imuno oncológicos para esses tumores, a presente proposta pretende desenvolver soro hiperimune anti-CAh, à base de fragmento de anticorpo (Fab&#8217;)2, produzido em cavalos. Esta estratégia de ação irá seguir com relevante avaliação pré-clínica (in vitro e in vivo), a fim de verificar efeitos citotóxicos desse tumor, evitando possíveis comprometimentos da hipófise e das estruturas neuronais adjacentes, com a vantagem da produção em grande escala para uso em ensaios clínicos.</p>
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